Acupuntura na gestação

Acupuntura na gestação

A gravidez é um momento único e muito especial na vida da mulher, mas junto com ela alguns sintomas podem provocar desconfortos, tanto físicos quanto emocionais. Ansiedade, azia, dores nas costas, inchaço nos pés e nas pernas são apenas alguns deles.

As mudanças no corpo da mulher são tão significativas que a obrigam a ajustar constantemente sua postura, sua alimentação, seus horários de sono, sua capacidade de trabalho, seu humor e seu bem-estar. Essas são as primeiras grandes lições da maternidade: a paciência exigida pela espera e a capacidade de adaptação exigida pelas constantes mudanças.

O que pode te ajudar diante de tantas mudanças?

A principal prática da medicina tradicional chinesa, a acupuntura pode auxiliar em todo esse processo de mudança, pois tem como objetivo ativar pontos que estimulam e liberam substâncias e hormônios da própria paciente, para cuidar desde enjoos às oscilações emocionais, passando por dores gerais, inchaço e alterações no sono ou no funcionamento do intestino, dentre outros.

Usar qualquer medicamento na gravidez é sempre motivo de insegurança, principalmente nos três primeiros meses da gestação, e como alternativa para aliviar eventuais desconfortos, a acupuntura pode ser extremamente benéfica durante esse período. Doenças que necessitam de antibióticos, por exemplo, como inflamações na garganta também podem ser tratadas com as agulhas.

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Por que o parto normal é melhor?

É importante que o desfecho natural de uma gravidez aconteça através do parto normal, pois o ideal é que o bebê escolha o dia em que quer nascer. E isso é vantajoso tanto para o bebê quanto para a mãe. A cesárea, na realidade, não é uma opção ao parto normal em condições normais, pois aumenta os riscos para o bebê e para a mãe. Ela só se torna uma opção quando o parto normal não é possível ou é perigoso para a mãe ou para o bebê, colocando em risco a vida e a saúde de um ou dos dois.

O que mais chama a atenção na escolha pela cirurgia cesariana por algumas mães é o fato de quererem encurtar a gravidez, marcando a data de suas cesáreas para a 38ª semana, pois o bebê, teoricamente, já está pronto e a barriga está grande e incômoda. O parto demora a chegar, e esse tempo é necessário para que essa passagem seja preparada. Saber esperar o momento certo do parto é um exercício de maternidade, um exercício de paciência que ajudará a futura mamãe a exercer seu papel com a calma e a observação dos ritmos naturais exigidos por ele.